Trata-se do" ferry-boat" em inglês, barco de transporte através de rio ou lago, duma margem para outra (que é a definição num dicionário de língua portuguesa).
A Wikipédia tem como tradução para português o termo "balsa". Como marinheiro vou discordar e dizer apenas que balsa tem mais a ver com jangadas ou então salva-vidas.
Não vos vou falar da geografia da Alemanha mas a importância dos rios foi sempre determinante na história e no desenvolvimento do país. Daí a existência de inúmeras travessias por "ferry" nos rios da Alemanha.
Não foi a primeira vez que precisei de atravessar um rio por "Fähre" (pronuncia-se "fêrre", clicar para ouvir) mas antes já tinha reparado como o sistema está bem organizado!
Pouco tempo de espera, depois entram 15 a 20 viaturas em mais ou menos 2 minutos e a embarcação larga. Entretanto à medida que os carros entram o cobrador já está a vender os bilhetes, Daí a 5 minutos estamos a sair do "ferry" e pronto!
Atravessámos o rio Weser mais acima, poupámos a volta por Bremen, que implica atravessar a cidade, mais 60 a 70 quilómetros, e reduzimos a viagem em meia hora. Tudo por 4, 60 Euros (viatura com condutor e passageiro). :-)
(Ver vista no Google Earth: 55º 11' 446'' N, 8º 30' 50'' E)
Pelo testemunho das fotos, vê-se que continua a serenidade por terras do norte, mesmo depois do traidor do polvo ter dado a derrota da Alemanha conta a nossa vizinha Espanha (notícia de telejornal).
ResponderEliminarEspero que o calor abrande um pouco mais para que o pulmão de Eolo melhor possa ajudar os pobres “mareantes” (do teu postal anterior) a singrar pelas águas do lago.
Sem dúvida, essa gente é organizada e sabe calcular até à ínfima possibilidade a gestão dos seus recursos, sobretudo no que toca ao aproveitamento dos rios; autênticas auto-estradas fluviais por onde, ainda hoje, circula boa parte da economia alemã.
Espero que o bom tempo se vá mantendo (para compensar a a longa invernia) e que os passeio te continuem a inspirar na produção dos teus magníficos postais ilustrados.