Mostrar mensagens com a etiqueta Gastronomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gastronomia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Zimtstern

Foto de domínio Público obtida na Wikipedia

Este ano o espírito de Natal chegou-me atrasado, por isso só agora fiz o primeiro postal de Natal.
Decidi começar com um docinho: a Estrela de Canela (Zimtstern em alemão, Zimt = canela, Stern= estrela).
É um doce típico do Natal alemão, da região de Schwaben (Suábia), feito com amêndoas, canela, farinha, açúcar e claras de ovos. Há quem junte um pouco de licor de amêndoas.

Tenho também uma variação: uma estrela de canela feita com gelado. :-)
Não foi feita em casa; foi comprada numa conhecida cadeia de supermercados, mas com um pouco de imaginação fizemos uma apresentação muito apelativa.
Um pouco de Irish Cream, umas raspas de chocolate, et voilá, em vez de uma estrela temos cinco!


Com uma forma (molde) em estrela e gelado de baunilha ou nata, será fácil fazer em casa.
Mergulha-se um dos lados da estrela em chocolate quente derretido, deixa-se escorrer o excesso e mete-se no congelador para endurecer a capa de chocolate.
Depois, para servir assim, polvilha-se com canela por cima, termina-se com a decoração sugerida (ou a gosto) e já está!

Receitas das estrelas (em inglês):
http://allrecipes.com/recipe/10210/cinnamon-stars/
http://www.bbcgoodfood.com/recipes/zimtsterne-cinnamon-stars

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Um prato alemão


Hoje o nosso almoço foi este prato tipicamente alemão: Rinderroulade.
Não terá sido tão completo como o que mostrei há 3 anos, mas se quiserem podem ver a receita que mostrei nessa altura:
Desta vez, os rolos de carne com recheio, foram acompanhados com Kartoffelklöße também chamadas Knödel, que são umas bolinhas, com mistura de batatas cruas e cozidas, devidamente temperadas. 
As batatas são esmagadas mas não na forma de puré, ficam como um granulado dentro de um saquinho. Depois da cozedura as bolinhas são retiradas desses sacos e servidas como se vê na imagem.

sábado, 8 de agosto de 2015

Camarões fritos


Como ultimamente não tenho mostrado fotos de gastronomia, hoje fica esta :-)

sábado, 4 de julho de 2015

"Lupinen"


Noutro dia estava a beber uma cerveja, que por acaso é da região, de Jever, e pelo sabor disse para comigo: "esta era óptima com tremoços!"
Só faltava encontrar os tremoços.
Pois bem, não é que no "Amazon.de" encontrei tremoços, ainda por cima portugueses?! :-)
Pedi na 5a feira, chegaram hoje, 3 frascos de 500g da marca "Maçarico". Saiu tudo, portes incluídos, por 15 Euros.
Ora, para petiscar fora das refeições não há melhor: poucas calorias, muita fibra, vitaminas e proteína, o único problema pode ser o sal ... e a cerveja com que se acompanha!
Neste caso até tive sorte, estão bem temperados de sal, mas sem exagero. Digo isto com a certeza de ser uma pessoa comedida no sal :-)
Um Verão com este "marisco" (dos pobres) é mais agradável.
O nome em alemão para tremoços é "Lupinen" (no plural), devido ao género científico em latin ser "Lupinus", com origem etimológica na palavra Lupus (lobo). 


terça-feira, 14 de abril de 2015

Abertura da época dos espargos


Os alemãos são loucos por espargos brancos.
Comem espargos de todas as maneiras. Já aqui mostrei algumas.
A época de espargos até tem datas oficiais para o início e fim.
Este ano o início foi no dia 10 deste mês. O último furacão estragou os planos de muitos, que queriam comer espargos na Páscoa.
Há países que, percebendo esta oportunidade de negócio, começaram a exportar espargos para a Alemanha: a Grécia e o Chile, já notei nas compras :-), mas o Perú, Espanha, México também exportam bastante.
Penso que, apesar disso, os alemães produzem cerca de 3/4 dos espargos que consomem, (mas confesso que não encontrei valores actualizados).
Algumas regiões do estado da Baixa-Saxónia são grandes produtoras de espargos e vale a pena uma visita gastronómica nesta época. Já estivemos na região de Nienburg/Wesel na época de espargos e posso confirmar que foram os melhores que comi :-)
A época termina no dia de S. João. É aceite que as plantas dos espargos precisam de tempo para recuperar até às próximas geadas, daí ser estabelecida essa data.

domingo, 29 de março de 2015

Apfelstrudel


Hoje cá em casa houve "Apfelstrudel", que é um folhado de maçã,  especialidade de Viena, também muito popular na Alemanha e noutros países vizinhos.
Aqui fica uma adaptação caseira que tentei documentar. Apenas fotografei e comi :-)
Só é pena as fotografias não registarem o sabor, porque estava delicioso!
Em vez de copiar o texto, deixo o link da Wikipédia, em português, que tem bastante informação sobre o Apfelstrudel:
Seguem-se mais fotos...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Grieben Schmalz


Hoje fez-se cá em casa esta delícia.
Um bom bocado de banha, uma cebola e uma maçã picadinhas, e pronto!
Não me lembrava que há 3 anos já aqui tinha mostrado a receita e por isso não a vou repetir. Até porque nessa altura já houve quem fugisse a sete pés por causa da gordura :-)
Basta seguir o link:

Esta especialidade também pode ser feita de modo vegetariano, em vez de banha pode-se usar óleo ou manteiga de côco e/ou outras gorduras de origem não animal.
Na internet há algumas variações.
Cá em casa não se juntam temperos, mas há quem o faça. 
Adicionamos o sal e a pimenta sobre o pão consoante o gosto.

Desta vez deixo o processo mais documentado com fotografias, que podem ver na página seguinte.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Arroz com polvo à galega


O jantar foi este prato rápido de arroz 1,2,3!
Chamei-lhe de propósito arroz com (e não "de") polvo à galega. Neste caso o adjectivo "galega" pertence ao polvo e não à moda do arroz :-)
Foi só aproveitar o arroz branco, que tinha sobrado de outra refeição, aquecê-lo com um pouco de manteiga, juntar-lhe o conteúdo de umas latinhas de polvo à galega, molho incluído, sal e alguns coentros e no fim azeitonas e alcaparras, para decorar e dar algum contraste nos sabores.
Se não gostarem deixem de lado estes últimos ingredientes, eu na próxima vez não ponho alcaparras :-)
Ainda não consigo fotografar o sabor mas acreditem que estava divinal!


O polvo à galega come-se normalmente como tapa.

In Wikipédia:
Polvo à galega (em galego polbo á feira) é um prato típico da Galiza, na Espanha. Consiste em polvo cozido inteiro, servido com sal, azeite e pimentão. O nome polvo à feira deriva de se tratar de uma iguaria tradicional nas feiras e romarias da região...
... Na Argentina, em particular na região central, é também frequente consumir este prato durante a semana santa.
Em Portugal é, por vezes, possível encontrar este prato em latas de conserva, à venda em supermercados.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Podes descascar uma manga para mim, por favor?


Com certeza, sai uma manga descascada e com prazer :-)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O "verdadeiro" bacalhau

Já sei que os meus amigos irão retorquir dizendo que o verdadeiro bacalhau é o salgado e apetitoso, o verdadeiro bacalhau "português".
"Português", pela tradição e forma como está enraizado na nossa cultura e gastronomia. Sabemos que muito vem da Noruega mas curiosamente o Instituto Nacional de Estatística refere que as importações de bacalhau em 2013 foram quase todas da Suécia. É, aliás, o produto alimentar mais importado em Portugal. Pena que o nosso país tenha deixado de fazer essa pesca e já quase não existam fábricas de salga de bacalhau.
Como os amigos estão longe, e o povo diz "longe da vista, longe do coração", então o tal bacalhau genuíno, o salgado, o bom para o coração e hipertensão, não me chega até cá e também nunca arrisquei a comprar pelo correio.
"Quem não tem cão, caça com gato", hoje estou só com ditados populares :-), e assim consegui finalmente encontrar o verdadeiro Gadus Morhua, o príncipe dos peixes do Atlântico, fresco, tão fresco que até é congelado :-)
Na Alemanha chama-se "Dorsch" ou "Kabeljau", mas penso que sob este último nome também são vendidas outras espécies "aparentadas", como por ex. o Gadus Macrocephalus, do Pacífico.
De qualquer forma aqui fica a informação de que a designação "Dorsch" tem origem nas línguas dos povos do Báltico. Na Noruega, Dinamarca e Suécia o bacalhau do Atlântico é chamado "Torsk"; o bacalhau do Ártico é chamado "Skrei" na Noruega . Na Holanda chamam-lhe "Kabeljauw", é conhecido nos países de língua inglesa por "Cod", na França por "Morue" e na Rússia por "Treska".
Como se pode ver no prato (bastante simples e dietético, só para efeito ilustrativo no blogue) pela pele e textura o bacalhau fresco é  muito semelhante ao salgado :-)
Curiosidades:
É o produto alimentar que Portugal mais importa:
No Brasil decresceram as importações de bacalhau propriamente dito, mas aumentaram as importações de filé de bacalhau, produzido na China:

Mais Postais com bacalhau:
http://postaisalemanha.blogspot.de/search?q=bacalhau

Aditamento em 28-08-2014:
Fiz uma alteração no 2º parágrafo em relação ao que escrevi no postal inicial.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Polvo à moda da Frísia :-)


Confesso que hoje ganhei inspiração numa fotografia de uma colega alemã do 1x :

Vi a foto de manhã e depois no supermercado procurei pelo dito polvo.
Fiz à minha moda mas se daqui a alguns anos ouvirem falar do "polvo à moda da Frísia" provavelmente fui eu o pioneiro :-)
O aspecto condiz com o sabor, estava óptimo!
O polvo assado relembra-me momentos da minha infância e juventude. Nas feiras vendiam tentáculos de polvo assado, quase esturricado, que era muito barato, 5 ou 10 tostões conforme o tamanho, e que dava para mascar a noite inteira, enquanto nos divertíamos na feira :-)


domingo, 27 de julho de 2014

Trilogia de chocolate


Mostrei esta semana um gelado triplo, agora é a vez da trilogia de chocolate :-)
Foram as sobremesas que provei no passeio que demos há poucos dias. As fotos do passeio irão ser mostradas em breve :-)
Quanto à trilogia de chocolate ficou um pouco aquém da excitação que o nome provocou. Foi uma sobremesa requintada, saborosa e com harmonia, mas faltou-lhe o toque que a poderia tornar inesquecível. Bastava substituir uma das bolas de mousse de chocolate por gelado de chocolate, adicionar-lhe algo mais quente, ou um licor, para contrastar, e decorar com bagas de frutos silvestres.
Enfim, apliquei-me na prova, no fim chamei o "artista" e fiz-lhe estas sugestões. 
Claro que a partir daí passei a ser tratado como "restaurant-tester" :-)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Um clássico!


Morango, baunilha e chocolate: um clássico que me sabe sempre bem :-)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Ovos duplos

 
Já falei aqui nos postais de uns marmelos deliciosos que comprei numa loja turca em Leer.
Noutro dia voltei lá para comprar pevides e amendoins com sementes de sésamo e dei com uns ovos especiais de duas gemas. :-)
O vendedor garantiu que os ovos eram todos de duas gemas. E não enganou.
Além de serem bastante grandes lembro-me que também foram baratos.
 
Alguns links com mais informação sobre estes ovos com duas gemas:
 
 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Döner Kebab"

 
Depois de um primeiro dia de 2014 simples e calmo, e com muito sol!, demos um passeio a pé pelos caminhos que costumamos usar de bicicleta nos tempos menos frios.
Hoje o passeio a pé foi pelo parque do castelo de Evenburg, depois fizémos um pequeno desvio e parámos no melhor Döner Kebab da região :-)
Até tirei uma foto e a senhora do Imbiss (que assim se chamam na Alemanha os locais que servem comida rápida ou pequenas refeições) pediu-me para eu lhe enviar a fotografia.
O Döner Kebab estava uma delícia!

Aqui fica o link da Wiki em português:
 
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Uma barbatana deliciosa!

Confesso que não resisti e antes de congelar o bacalhau (ver post anterior) tirei uma barbatana (e zona anexa :-)) e ontem fiz um prato de bacalhau para matar saudades :-)
Uma espécie de bacalhau "à Gomes de Sá" com pequenas alterações :-)

Como sei que há sempre comentários a pedir a receita, esta fica já aqui:
1 parte de bacalhau;
1 parte de batatas;
Agora os valores variam consoante o gosto e a porção de bacalhau e batatas:
3 dentes de alho, 2 cebolas, 2 cebolinhos, meio pimento encarnado (opcional), azeitonas (pretas de preferência), salsa, 1 ovo cozido.
Com peixe, gosto também de juntar umas alcaparras :-)

Primeiro preparei a mesa da cozinha com 4 ou 5 tigelas brancas e depois fui cortando tudo picadinho: cebola, alho, salsa, pimento, cebolinho (ver nota final).
Entretanto cozi as batatas, que depois passaram por duche de água fria (para a pele sair melhor), mas antes de tirar a pele voltaram à panela vazia, ainda quente, para secarem e não ficarem tão molhadas.

Besuntei o tabuleiro com azeite e coloquei lá as batatas às rodelas. Temperei as batatas com sal e pimenta.
Fiz um refogado com a cebola e cebolinho, o alho entrou um pouco depois para não amargar.

Meti o bacalhau em lascas, que antes nadou uma hora em piscina de leite quente. Juntei o pimento picadinho, as alcaparras e azeitonas cortadas sem caroço. Só tinha azeitonas verdes.
No fim polvilhei com pão ralado (pouco) e ovo cozido por cima; voltei a temperar com sal e pimenta, reguei com azeite alentejano e juntei duas folhas de louro.

Como estava tudo mais ou menos quente, não precisou de muito forno, e no fim, para tostar, apliquei-lhe o grelhador do forno só o suficiente para dar cor mas não secar muito.

Nota: para que não se confundam, seguem os nomes científicos do cebolinho - Allium fistulosum, e da cebolinha galega - Allium schoenoprasum.

Link na Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacalhau_%C3%A0_Gomes_de_S%C3%A1

Actualização:
O tabuleiro de ontem deu para 4 doses pelo que hoje havia que despachar a metade que sobrou.
E por que não acrescentar-lhe um molho de natas?
Assim disfarça-se a secura ao requentar.
Sai um molho de natas, rápido:
Aqueci 2 dl de natas num tacho, juntei uma colher de manteiga e outra de farinha, fui mexendo e juntei mais 2 colheres de mostarda. Temperei com sal, pimenta, noz moscada, e algum sumo de limão.
(Quem desejar pode adicionar farinha se preferir uma consistência mais espessa)
Finalmente espalhei o molho por cima da travessa, com os restos de ontem, e deixei 10 minutos no forno até tudo estar bem quente.
Assim ficam com duas receitas para o mesmo prato :-)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O Pai Natal chegou cedo :-)

 
Confesso que desde o Verão que já não tinha bacalhau :-)
A surpresa foi excelente e chegou pelo correio no dia da tempestade. É bom ter quem se lembra de nós :-)
Depois fiz o tratamento habitual, demolhei, sequei com papel de cozinha, embrulhei em película transparente e congelei as doses individuais.
 

domingo, 16 de junho de 2013

Quer ser feliz?


Então comece por comer grão-de-bico!
:-))
É um excelente alimento muito apreciado "pour moi" :-)
Além de imensas coisas boas, pois é isento de colestrol, tem bastante ácido fólico, cálcio, ferro, magnésio, e blá blá blá (podem ver aqui), o grão-de-bico possui uma grande quantidade de triptófano, utilizado para produzir serotonina, responsável pela activação dos centros cerebrais que dão a sensação de bem-estar, satisfação e confiança (in Wikipédia).
Ou seja, uma espécie de Prozac natural, e muito mais barato :-))
Convém não abusar para não ganhar habituação.
Se não gostarem finjam que é remédio!
Acabei de manjar esta tigela de grão (com bacalhau, cebola e coentros), e agora estou ... nas nuvens :-)
 
Actualização:
Junto um pequeno texto enviado pelo meu amigo CS, sobre a história do pitéu.

A DESFEITA DE BACALHAU COM GRAO é um acepipe tipicamente lisboeta. Ramalho Ortigão menciona-o na "Galeria das Figuras Portuguesas" nos seguintes termos: «... Nas ruas da Mouraria onde depois da meia-noite se vai comer o prato da desfeita, acepipe composto de bacalhau e grão-de-bico polvilhado de vermelho por uma camada de colorau picante.». E Eça de Queiróz faz o seu requintado Fradique Mendes saborear este pitéu na Mouraria em mangas de camisa. Nos meados do século XIX a mais popular das tascas lisboetas onde se servia o prato de desfeita era o João do Grão situado na antiga Carreirinha do Socorro, rua que então ligava a Rua dos Cavaleiros à Rua de S. Lázaro na Mouraria. O dono, que morreu em 1884 fora soldado da então Guarda Municipal da qual fora expulso por ter emprestado a sua farda a uma mulher que com ela se mascarou no Entrudo. Além do João do Grão havia mais duas tascas com fama de bem cozinharem o prato de desfeita, a do José do Borralho ao Campo de Santana na esquina da Rua do Moinho de Vento e a da Mariana do Grão, muito antiga e que existia junto do chafariz da Esperança. O nome de «meia desfeita» pelo qual também é conhecido este prato deve-se ao facto de os fregueses pedirem «meia (dose) de desfeita». 
 

domingo, 12 de maio de 2013

Onde está o ovo?

 
Não me enganarei muito se afirmar que o ovo cozido, também chamado Frühstücksei, é uma verdadeira "instituição" no Frühstück alemão (pequeno-almoço) :-)
Muitos preferem os ovos mal cozidos, bem molinhos, para se poder comer com colher, salpicando com sal e pimenta ao gosto de cada um.
Podem ser cozidos na forma tradicional numa panela com água, contado os minutos de cozedura, ou no Eierkocher, que é uma máquina eléctrica para cozer depressa e com pouca água os ovos do pequeno-almoço.
Os ovos cozidos são servidos nos Eierbecher, suportes para ovos, havendo-os de todas as cores e feitios :-)
Claro que não podem faltar os agasalhos (Eierwärmer) para os ovinhos não arrefecerem :-)
Ia-me esquecendo de outro aparelho, este não obrigatório: o Eierköpfer ou Eieröffner, que serve para "destapar" uma tampa no ovo, para se poder comer com a colher :-)
Muitos cortam a "tampa" com a faca. Eu devo ser o único que gosta de dar pequenas pancadinhas com a faca até ter a abertura desejada :-)
Claro que algumas vezes os ovos em vez de serem cozidos são substituídos por ovos mexidos, estrelados ou omeletas.
A rosa é porque hoje é dia da mãe na Alemanha :-)
 

sábado, 11 de maio de 2013

Espargos com bacon frito e molho béarnaise


Não parece uma variação muito grande em relação ao prato que apresentei há alguns dias, mas pelo menos é uma "melhoria" altamente calórica e saborosa :-)

http://postaisalemanha.blogspot.de/search?q=espargos