O castelo de Lembeck fica perto da cidade de Dorsten, na fronteira da regiões do norte do Ruhrgebiet e do sul de Münster.
Está localizado no Parque Natural de Hohe Mark e é rodeado pelos bosques de "Hagen" e "Kippheide".
O complexo, de forma rectangular, ocupa uma área de 190 por 160 metros. As diversas partes do castelo comunicam por pontes através do fosso de água.
Existem referências do século XII à existência no local de uma construção, bem fortificada, que pertencia ao bispado de Münster.
A pouco e pouco a construção foi crescendo e no século XVII (entre 1674 e 1692) o castelo foi reconstruído no estilo barroco, na forma que mantém nos dias de hoje.
No princípio do século XVII o castelo teve muita importância na região por ser lá que se faziam as “provas da água”, nas acusações de bruxaria.
Existem diversas descrições deste tipo de “prova” (judicium aquae), também chamada "banho da bruxa".
A prova da água podia ser basicamente de 2 maneiras:
Com água quente, onde a bruxa tinha de retirar um objecto da água a ferver;
Com água fria, onde a bruxa era atirada à água (um poço ou fosso do castelo), com a mão esquerda atada ao pé direito e a mão direita ao pé esquerdo. Caso flutuasse, era considerada bruxa; caso afundasse, não era. A relação entre o afundar e o flutuar, devia-se à crença de que as bruxas eram mais leves do que o ar e, por isso, podiam voar. Assim, se viessem à tona eram bruxas.
Está localizado no Parque Natural de Hohe Mark e é rodeado pelos bosques de "Hagen" e "Kippheide".
O complexo, de forma rectangular, ocupa uma área de 190 por 160 metros. As diversas partes do castelo comunicam por pontes através do fosso de água.
Existem referências do século XII à existência no local de uma construção, bem fortificada, que pertencia ao bispado de Münster.
A pouco e pouco a construção foi crescendo e no século XVII (entre 1674 e 1692) o castelo foi reconstruído no estilo barroco, na forma que mantém nos dias de hoje.
No princípio do século XVII o castelo teve muita importância na região por ser lá que se faziam as “provas da água”, nas acusações de bruxaria.
Existem diversas descrições deste tipo de “prova” (judicium aquae), também chamada "banho da bruxa".
A prova da água podia ser basicamente de 2 maneiras:
Com água quente, onde a bruxa tinha de retirar um objecto da água a ferver;
Com água fria, onde a bruxa era atirada à água (um poço ou fosso do castelo), com a mão esquerda atada ao pé direito e a mão direita ao pé esquerdo. Caso flutuasse, era considerada bruxa; caso afundasse, não era. A relação entre o afundar e o flutuar, devia-se à crença de que as bruxas eram mais leves do que o ar e, por isso, podiam voar. Assim, se viessem à tona eram bruxas.
Com muitas bruxas ou não o certo é que a beleza do local foi ficando.
E com o nevoeiro veio também um certo ar de mistério....
Desta vez as fotografias foram muitas e não cabem todas aqui. Por isso preparei uma pequena apresentação:
E com o nevoeiro veio também um certo ar de mistério....
Desta vez as fotografias foram muitas e não cabem todas aqui. Por isso preparei uma pequena apresentação:


Sem qualquer desconsideração pela incontornável pena, o que é facto é que estás um verdadeiro repórter de imagem.
ResponderEliminarExcelente colecção e apresentação de fotos do castelo em diferentes momentos do ano e consequentes condições atmosféricas.
Caro amigos, estás de parabéns.
Abraço,
Caro amigo Yako,
ResponderEliminarobrigado pelo teu simpático comentário :-)
Havia muitas mais (e boas!) pois o objecto e o local eram muito fotogénicos. E o nevoeiro até ajudou pois permitiu um conjunto de fotografias diferentes.
Nada melhor do que aquele aspecto misterioso para assistir a um Jantar com Crime (Tatort Dinner, ver aqui: http://www.tatort-dinner.de/ )...
Um grande abraço