Amigo Luís, nem uma coisa nem outra. Até na edição optei pela simplicidade, apenas inverti as tonalidades claro-escuro e escureci o céu. Acaba por parecer um alto contraste com tons invertidos, mas não é. Se reparares as aves têm também tons cinzentos (talvez neste formato reduzido não seja tão visível). A formação das aves está exactamente como a fotografei, essa é a beleza mais pura :-) Obrigado pelo comentário e fico muito satisfeito por gostares :-) Grande abraço!
Parece que adivinhaste o meu pensamento,,, tenho andado a pensar numa série fotográfica sobre aspectos e fenómenos simples da natureza, daqueles a que nem sempre damos a devida atenção, por serem efémeros ou por nos prenderem menos a atenção... a ver vamos como corre a coisa :-)
No que toca à tua imagem, apenas posso dizer que ficou um quadro natural de eleva beleza... lembrou-me de imediato o título do Livro do Kundera (A Insustentável Leveza do Ser).
Amigo Yako, muito obrigado pelo teu comentário. Sei como é, andamos sempre à procura de novos temas e as ideias e projectos de fotografar outras coisas não páram. Força, com esse projecto! Um grande abraço!
Uma beleza.
ResponderEliminarbjs
:-) Obrigado Papoila
EliminarLindo!
ResponderEliminarObrigado primão, fico contente por teres gostado :-) Abraço!
EliminarPura sinfonia... escrita nos céus, caro amigo Luís! maravilhosa imagem...
ResponderEliminarAlto contraste ou edição digital?
Grande abraço
Amigo Luís, nem uma coisa nem outra. Até na edição optei pela simplicidade, apenas inverti as tonalidades claro-escuro e escureci o céu. Acaba por parecer um alto contraste com tons invertidos, mas não é. Se reparares as aves têm também tons cinzentos (talvez neste formato reduzido não seja tão visível).
EliminarA formação das aves está exactamente como a fotografei, essa é a beleza mais pura :-)
Obrigado pelo comentário e fico muito satisfeito por gostares :-) Grande abraço!
Parece que adivinhaste o meu pensamento,,, tenho andado a pensar numa série fotográfica sobre aspectos e fenómenos simples da natureza, daqueles a que nem sempre damos a devida atenção, por serem efémeros ou por nos prenderem menos a atenção... a ver vamos como corre a coisa :-)
ResponderEliminarNo que toca à tua imagem, apenas posso dizer que ficou um quadro natural de eleva beleza... lembrou-me de imediato o título do Livro do Kundera (A Insustentável Leveza do Ser).
Grande abraço, Luís!
Amigo Yako, muito obrigado pelo teu comentário.
EliminarSei como é, andamos sempre à procura de novos temas e as ideias e projectos de fotografar outras coisas não páram. Força, com esse projecto!
Um grande abraço!